terça-feira, 7 de junho de 2011

O BIG BANG DE JOAO MAGUEIJO

Não podemos mudar a realidade presente, os três indivíduos estão a quilômetros de distância uns dos outros, cobertos com a mesma tinta. E também não podemos mudar o momento em que o balão de tinta caiu...dez minutos antes. Mas podemos alterar a velocidade em que eles se afastaram do ponto de impacto. bastou um rápido pique em altissíma velocidade para longe do ponto de impacto, assim que o balão caiu.

Correndo do ponto de impacto as três vitmas se afastaram rapidamente do local, quando desaceleraram e começaram a andar sua posição em velocidade não indicavam que elas estiveram no ponto de impacto, somente a tinta entregou o jogo.

Da mesma forma alguns cosmologistas acreditam que no início o universo passou por um pique de velocidade semelhante, logo após o Big Bang, esta modificação da teoria do Big bang se chama inflação cósmica.
Como obter este vídeo
O Big Bang de João Magueijo
Duração:45 min.
Idioma:Dublado em Português
Qualidade:Ótimo
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Código:2987

Horários na TV

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segunda-feira, 6 de junho de 2011

KRAKEN

Kraken foi um lendário monstro marinho, em forma de polvo ou lula, que ameaçava e destruía navios nos mares da Noruega e da Islândia. O tamanho colossal e a ferocidade fizeram dele o tornaram um mito, conseqüentemente uma criatura muito requisitada em livros de ficção. A lenda pode ter sido originada de visões de lulas gigantes, que podem atingir 13 metros, incluindo os tentáculos; essas criaturas são raras e normalmente vivem nas profundezas, mas podem ter sido vistas na superfície e reportadas atacando pequenas embarcações. Kraken é o plural de krake, uma palavra de origem escandinava designada a algo insalubre. No alemão moderno, krake pode significar polvo, mas não se refere ao lendário Kraken.

Embora o nome Kraken não apareça nas histórias escandinavas, haviam monstros similares a ele, como o hafgufa e o lyngbakr, ambos descritos em Örvar-Odds saga e no texto norueguês de 1250, Konungs skuggsjá. Na primeira edição do livro Sistema Natural, do zoologista Carolus Linnaeus, kraken foi classificado como cefalópode e seu nome científico ficou como Microcosmus, porém foi excluído nas edições seguintes. Kraken, por séculos, foi objeto de estudo, Pontoppidan o descreveu como "do tamanho de uma ilha" e afirmou que o perigo não era ele em si, mas sim a redemoinho que se formava após ele mergulhar rapidamente para o fundo do mar, e inspiração para muitos escritores de ficção, como Júlio Verne, em seu livro Vinte Mil Léguas Submarinas ou em filmes, como o mais atual Piratas do Caribe.

Alfred Lord Tennyson, poeta inglês famoso por seus poemas que remetem temas mitológicos, descreveu Kraken da seguinte forma:

Sob os trovões da superfície, nas profundezas do mar abissal,
o kraken dorme sempiterno e sossegado sono sem sonhos.
Pálidos reflexos se agitam ao redor de sua forma obscura;
vastas esponjas de milenar crescimento e alturas
e inflam sobre ele,
e no fundo da luz enfermiça polvos inumeráveis e enormes
agitam com braços gigantescos a verdosa imobilidade de
secretas celas e grutas maravilhosas.
Jaz ali por séculos e ali continuará adormecido,
cevando-se de imensos vermes marinhos,
até que o fogo do Juízo Final aqueça o abismo.
Então para ser visto por homens e por anjos,
rugindo sugirá e morrerá na superfície.

Desculpem-me pela simplicidade do texto, mas tive de eliminar muitos fatos que tornariam a leitura enfadonha. Para quem se interessou e deseja ler mais sobre Kraken aqui vão os seguintes sites de onde tirei as informações:

Wikipédia - Kraken (em inglês)
Un museum (em inglês)
Colosseum - Kraken (em espanhol)

sábado, 4 de junho de 2011

NOVA FOTO DE PERFIL

EAI GALERA DO BLOG DO ACE ADICIONEI UMA NOVA FOTO PRO MEU PERFIL QUE É DO JOGO AQW(ADVENTUREQUEST WORDLS)QUE EU SOU MUITO VICIADO E AQUELE É O MEU AVATAR.
BOM ERA SÓ PRA AVISAR.
ACE

Como comer de graça na cidade grande

Com fome? Sem dinheiro?

COLOSSO DE RODES

O Colosso de Rodes foi uma estátua de Hélios, deus grego do sol, construída entre 292 a.C. e 280 a.C. pelo escultor Carés de Lindos. A estátua tinha trinta metros de altura, 70 toneladas e era feita de bronze. Tornou-se uma das sete maravilhas do mundo antigo.
Já que o colosso tinha um pé apoiado em cada margem do canal que dava acesso ao porto, todas as embarcações que chegasse à ilha grega de Rodes, no Egeu por volta de 280 a.C. passaria obrigatoriamente sob as pernas da estátua de Hélios, protetor do lugar. Com 30 metros de altura, toda de bronze e oca, a estátua começou a ser esculpida em 292 a.C. pelo escultor Carés, que a concluiu doze anos depois. Na mão direita da estátua havia um farol que orientava as embarcações à noite. Era uma estátua tão imponente que um homem de estatura normal não conseguiria abraçar seu polegar.
O povo de Rodes mandou construir o monumento para comemorar a retirada das tropas do rei macedónio Demétrio, que promovera um longo cerco à ilha na tentativa de conquistá-la. Demétrio era filho do general Antígono, que herdou de Alexandre, uma parte do império grego. O material utilizado na escultura foi obtido da fundição dos armamentos que os macedônios ali abandonaram.
A estátua ficou em pé por apenas 55 anos, quando um terremoto atirou-a para o fundo da baía de Rodes, onde ficou esquecida até à chegada dos árabes, no século VII, pois os habitantes de Rodes não o reconstruíram (isso deveu-se ao fato de que eles visitaram um oráculo próximo dali, e esse recomendou-lhes não reconstruírem o colosso). Os árabes, então, venderam-na como sucata. Para ter-se uma ideia do volume do material, foram necessários novecentos camelos para o transportar. Aquela estátua, considerada uma obra maravilhosa, levou Carés a suicidar-se logo após tê-la terminado, desgostoso com o pouco reconhecimento público.
Recentemente, em 2008, uma arqueóloga alemã contestou a localização da estátua. Baseada na falta de evidências submersas de fragmentos da estátua na região do porto, a arqueóloga supôs que a estátua estivesse totalmente em terra firme, numa montanha próxima.
Colosso de Rodes